Segunda-feira, Dezembro 03, 2007
NATAL E ANO NOVO
O FUTEBOL E CORRIDAS DESEJA A TODOS OS CIBER-NAUTAS UM FELIZ NATAL E UM BOM ANO DE 2008 NA COMPAINHA DAS VOSSAS FAMILIAS
Quarta-feira, Maio 30, 2007
RAFTING

O rafting é a prática de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis, equipamentos de segurança. Antes de começar qualquer descida de rafting comercial, um Instrutor da atividade passa à todos os participantes detalhadas instruções de conduta relativas à segurança. Estas Instruções são lembradas pelos demais instrutores durante momentos estratégicos da descida, e seu cumprimento é fundamental para a segurança de todos. O rafting comercial proporciona a experiencia de descer o rio para pessoas de qualquer idade e em sua maioria pessoas que nunca tiveram uma experiência anterior, tornando o esporte acessível. Os primeiros relatos de rafting que se tem notícia são nos rios Colorado e Mississippi.
No Brasil há diversos locais propícios à prática do rafting, entre eles:
São Paulo
Campos do Jordão
Rio Paraibuna em São Luiz do Paraitinga
Rio do Peixe em Socorro
Rio Jacaré-Pepira em Brotas
Rio Pardo em Caconde
Rio de Janeiro
Rio Macaé em Casimiro de Abreu e Macaé
Rio Paraibuna ao norte do Estado
Espírito Santo
Rio Jucu em Domingos Martins
Santa Catarina
Rio Cubatão em Santo Amaro da Imperatriz
Bahia
Rio de Contas em Itacaré
Rio Grande do Sul
Rio Paranhana em Três Coroas
Paraná
Rio Iapó em Tibagi
Quinta-feira, Maio 10, 2007
FREERIDE
Freeride é uma modalidade dentro do MTB ( Mountain Bike ), que envolve saltos, obstáculos, drops e etc. e que pode ser praticado tanto na Rua ( Street MTB, Urban Assault ou Urban Ride ), no caso um Freeride Urbano, ou pode ser praticado também na terra, em Trilhas por exemplo, nesse esporte, é exigido uma Bike diferente das comuns. Para um freeride urbano, geralmente são utilizadas bikes de quadro baixo, 13,5 .. 14 .. 15 e 16 polegadas .. suspensões variam, geralmente de 80mm a 150mm, é um esporte que contem muita adrenalina, coragem e altos tombos ! Por isso, nunca se esqueça do equipamento adequado ! Um freeride na terra, em Trilhas, é um pouco mais pesado, geralmente são usadas bikes " full ", com suspensão no quadro, e suspensões na frente com o curso um pouco maior, pode variar geralmente de 100mm a 200mm .. como as suspas de " Downhill " outra modalidade. e os obstaculos são um pouco mais difíceis do que os de Freeride Urbano, por quê contém árvores, pedras e etc.
DONWHILL
O Donwhill teve origem na California na segunda metade dos anos 70. Ciclistas hippies da época, cansados do uso da bicicleta somente no asfalto, se encontravam nas montanhas de Marin County, perto de San Francisco, Califórnia, para despencar montanha abaixo. Para isso eles utilizavam bikes tipo cruiser (muitas delas da marca Schwinn) e as adaptavam para o uso fora de estrada, utilizando pneus mais largos e freios mais potentes. Entre estes pioneiros do MTB estavam nomes como Gary Fischer, Tom Ritchey, Joe Breeze, Charlie Kelly entre outros. Hoje em dia, todos eles são empresários da indústria do Mountain Bike. O DH foi então a primeira modalidade do MTB a ser praticada.
COMPETICOES DE DONWHILL:
As competições de Downhill são recentes, que teve seu primeiro Campeonato Mundial realizado no Colorado (USA), em 1990, e vencido pelo norte americano Greg Herbold. No Brasil, as primeiras competições datam de 1991 eram praticadas com bicicletas para o Cross Country (modalidade, na época, muito mais difundida que o DH). As pistas eram verdadeiros estradões de terra, com trilhas abertas sem grandes obstáculos onde se priorizava a velocidade. Com o tempo, essas pistas foram se tornando mais técnicas com a inclusão de single tracks (trilhas estreitas), pedras, drop-off (degraus altos), gaps (vãos a serem transpostos) e duplos (obstáculo composto de rampa de lançamento e rampa de recepção com um vão entre elas), ou mesas (o mesmo que o duplo só que com o vão preenchido). Fazem parte das dificuldades que também aguçam a técnica do piloto, raízes, valas, erosões e a lama. Estas dificuldades acabaram por desenvolver tecnologicamente a bicicleta e os equipamentos de proteções.
BICICLETAS:
Actualmente não se pensa em praticar DH, principalmente em competições, sem uma bike com um quadro preparado para aguentar grandes impactos, com suspensões de no mínimo 170mm de curso tanto na roda traseira como na dianteira, freios a disco de acionamento hidráulico (fluído de freio, ao invés de cabos de aço) e pneus largos com compostos macios para maior aderência ao terreno. Aliás, o desenho dos pneus difere conforme o terreno a ser utilizado, como terreno seco ou molhado/lama. Além disso, na bicicleta de DH não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike.
PROVAS:
A Bicicleta de Downhill exige o maior desenvolvimento tecnológico dentre todas as modalidades do ciclismo e este é um dos responsáveis pelo fascínio que este esporte causa nas pessoas. Hoje em dia estuda-se a geometria do quadro, materias e ligas mais leves e resistentes, controle de curso de suspensões através de ar ou óleo, freios de acionamento hidráulico com regulagens de modulação(freio mais progressivo ou mais "estanque"), etc. Atualmente, as indústrias estão entrando numa nova era com estudos afim de eliminar o câmbio traseiro (muito suscetível à falhas). A Honda (empresa japonesa de carros e motos) tem um protótipo (RN-01) que compete em todo o circuito internacional onde o grande diferencial é o sistema de marchas internas localizado no centro do quadro (Gear Box). Outras empresas, como a Hayes (freios), B-one e GT também começam a engatinhar nesta tecnologia. Neste assunto, para o Downhill não existem limites, pois se compararmos uma bicicleta de 5 anos atrás com as atuais veremos grandes diferenças. Se aumentarmos esse intervalo, não seremos capazes de associar uma bike de 10 anos atrás com as de hoje. Assim sendo, não se tem idéia de como será o design e quais as tecnologias serão empregadas nestas verdadeiras máquinas daqui a 5 anos. sao mm dahs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
COMPETICOES DE DONWHILL:
As competições de Downhill são recentes, que teve seu primeiro Campeonato Mundial realizado no Colorado (USA), em 1990, e vencido pelo norte americano Greg Herbold. No Brasil, as primeiras competições datam de 1991 eram praticadas com bicicletas para o Cross Country (modalidade, na época, muito mais difundida que o DH). As pistas eram verdadeiros estradões de terra, com trilhas abertas sem grandes obstáculos onde se priorizava a velocidade. Com o tempo, essas pistas foram se tornando mais técnicas com a inclusão de single tracks (trilhas estreitas), pedras, drop-off (degraus altos), gaps (vãos a serem transpostos) e duplos (obstáculo composto de rampa de lançamento e rampa de recepção com um vão entre elas), ou mesas (o mesmo que o duplo só que com o vão preenchido). Fazem parte das dificuldades que também aguçam a técnica do piloto, raízes, valas, erosões e a lama. Estas dificuldades acabaram por desenvolver tecnologicamente a bicicleta e os equipamentos de proteções.
BICICLETAS:
Actualmente não se pensa em praticar DH, principalmente em competições, sem uma bike com um quadro preparado para aguentar grandes impactos, com suspensões de no mínimo 170mm de curso tanto na roda traseira como na dianteira, freios a disco de acionamento hidráulico (fluído de freio, ao invés de cabos de aço) e pneus largos com compostos macios para maior aderência ao terreno. Aliás, o desenho dos pneus difere conforme o terreno a ser utilizado, como terreno seco ou molhado/lama. Além disso, na bicicleta de DH não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike.
PROVAS:
A Bicicleta de Downhill exige o maior desenvolvimento tecnológico dentre todas as modalidades do ciclismo e este é um dos responsáveis pelo fascínio que este esporte causa nas pessoas. Hoje em dia estuda-se a geometria do quadro, materias e ligas mais leves e resistentes, controle de curso de suspensões através de ar ou óleo, freios de acionamento hidráulico com regulagens de modulação(freio mais progressivo ou mais "estanque"), etc. Atualmente, as indústrias estão entrando numa nova era com estudos afim de eliminar o câmbio traseiro (muito suscetível à falhas). A Honda (empresa japonesa de carros e motos) tem um protótipo (RN-01) que compete em todo o circuito internacional onde o grande diferencial é o sistema de marchas internas localizado no centro do quadro (Gear Box). Outras empresas, como a Hayes (freios), B-one e GT também começam a engatinhar nesta tecnologia. Neste assunto, para o Downhill não existem limites, pois se compararmos uma bicicleta de 5 anos atrás com as atuais veremos grandes diferenças. Se aumentarmos esse intervalo, não seremos capazes de associar uma bike de 10 anos atrás com as de hoje. Assim sendo, não se tem idéia de como será o design e quais as tecnologias serão empregadas nestas verdadeiras máquinas daqui a 5 anos. sao mm dahs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quinta-feira, Março 15, 2007
Rali Dakar

A prova teve a sua primeira edição em 1979 (com início a 26 de Dezembro de 1978), um ano após Thierry Sabine se ter perdido no deserto e decidir que seria um bom sítio para um rali regular. De início, o rally iniciava-se sempre em Paris e terminava em Dakar, interrompendo-se por um dia pela travessia marítima do Mediterrâneo; contudo, devido a razões políticas, de segurança, de patrocínios e outros factores, a prova, incluindo a origem e término, têm variado ao longo dos anos. Por exemplo, devido à instabilidade na Argélia, não tem havido passagens pelo seu território nas últimas edições.
A prova de 1994 foi a única vez em que o rali foi de ida e regresso a Paris. Devido a queixas do maire de Paris, o final teve de ser movido dos Campos Elíseos para o parque da EuroDisney. Isto levou a organização a escolher rotas distintas nos anos seguintes:
1999: De Granada (Espanha) a Dakar
2000: De Dakar ao Cairo (Egipto)
2001: De Paris a Dakar
2002: De Arras, no norte de França (160 km de Paris), por Madrid, a Dakar
2003: De Marselha a Sharm el Sheikh (Egipto)
2004: De Clermont-Ferrand a Dakar
2005: De Barcelona a Dakar
2006: De Lisboa a Dakar, entre 31 de Dezembro de 2005 e 15 de Janeiro de 2006, num total de 9,043 km
2007: De Lisboa a Dakar
KARTCOSS

O desporto automóvel na sua essência caminha sempre para a sua auto-destruição, isto é, quando as entidades federativas elaboram um determinado conjunto de regras, que definem a orgânica da competição e o modo como as viaturas são construídas ou preparadas, não fiscaliza e faz cumprir essas mesmas regras, uma determinada disciplina em que isso não se venha a verificar, em pouco tempo ela auto-extingir-se-á naturalmente.
A procura de sempre mais performances aliado á fome de vitórias leva a que um nível mais amador que é o caso da realidade do nosso Autocross, tenta os pilotos e preparadores a prevaricar as regras e como é lógico enquanto não forem detectadas essas irregularidades, obtém uma vantagem competitiva ilegal sobre os seus mais directos adversários.
Vejamos então este caso:
- Como é do conhecimento de todos o Campeonato Nacional de Kartcross está a atravessar uma crise profunda em que já lá vão os tempos que haviam 35 inscritos, finais B e 20 pilotos na final A. Como é lógico para tudo tem que haver uma explicação, neste caso é somente o reflexo de uma entidade federativa que olha para esta disciplina como sendo o escalão máximo do autocross, quando na realidade não o é, provocando uma escalada de custos que dificilmente são suportáveis pelo piloto com os resultados que se estão a adivinhar.
Sendo eu conhecedor da realidade da modalidade, julgo não ser justo da entidade federativa continuar com a atitude de fechar os olhos e não fazer verificações técnicas dignas desse nome e assim promover a morte que se anuncia desta espectacular modalidade, já que como é lógico sem fizcalização começa a "corrida ao armamento".
Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
POLICIA ITALIANA
LAMBORGHINI V8
Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
O MEU "CARRO"
ESTE CARRO E MESMO UMA GANDA BOMBA!!!!!!!!!!!
CARRO MAIS ESQUISITO DO MUNDO!!!!!!!!!
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Acerca de mim
- Feliciano Santos
- Eu sou o Feliciano, tenho 15 anos moro em Tomar, na freguesia de Asseiceira. Gosto de andar de bicicleta e de vez em quando vou para a pista do cabeço do frouco amandar uns saltos, mas ate agora nao fui para casa com nenhum osso partido.





